
MERCADO INTERNO
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 435,00 R$ 425,00 Contrato N.Y. Fechamento Variação
Mogiano R$ 435,00 R$ 425,00 Maio/2012 202,05 +0,20
Alta Paulista/Paranaense R$ 415,00 R$ 405,00 Julho/2012 204,80 +0,10
Cerrado R$ 440,00 R$ 430,00 Setembro/2012 207,50 0,00
Bahiano R$ 415,00 R$ 405,00
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%. Contrato BMF Fechamento Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 345,00 R$ 330,00 Maio/2012 265,90 -0,55
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 355,00 R$ 350,00 Setembro/2012 265,05 -0,20
Dólar Comercial: R$ 1,7110 Dezembro/2012 266,00 -0,35
N.Y. finalizou as operações nesta quinta-feira praticamente inalterada, após variar entre a mínima de -0,85 pontos e máxima de +3,85 a posição maio registrou no fechamento +0,20 pts.
O Banco Central fez dois leilões de compra de dólar hoje, um no mercado futuro e outro no à vista, e conseguiu tirar o dólar do terreno negativo em que havia estacionado nas últimas três sessões. O dólar comercial fechou com alta de 0,29%, a R$ 1,7110, após acumular baixa de 1,04% no período mencionado. O dólar ante o real descolou-se da queda da moeda norte-americana no exterior no começo da tarde e passou a subir, logo após o anúncio da oferta de swap cambial reverso. Antes de o BC anunciar essa operação, a moeda norte-americana testou as mínimas de R$ 1,6970 (-0,53%) , em linha com o comportamento externo e pressionada pelo anúncio da captação do Bradesco de US$ 1 bilhão, com vencimento em 10 anos. Depois dessa operação, o dólar atingiu a máxima do dia, de R$ 1,7130 (+0,41%). Neste leilão, foram ofertados até 40 mil contratos de swap reverso ou US$ 2 bilhões, com vencimentos em 2 de abril e 2 de julho de 2012. Porém, o BC vendeu apenas 3,5 mil contratos para 2 de julho, equivalentes a US$ 174,7 milhões ou 8,75% do total oferecido. Neste caso, a cotação máxima foi de 99,828200, com taxa nominal de 0,4841% e linear de 0,480%. "Os participantes do leilão devem ter apresentado propostas com o dólar acima do valor pretendido para cada vencimento ofertado e o BC não aceitou", disse um operador, para explicar o baixo volume de moeda adquirido. Mas pelo menos dessa vez o BC içou o dólar, ao contrário do leilão à vista feito ontem, completou. Na reabertura dos negócios vespertinos, a autoridade monetária anunciou outro leilão de compra de moeda, desta vez no mercado &ag rave; vista, o que ajudou a sustentar as cotações em alta, no entanto, abaixo das máximas registradas mais cedo, após a oferta de swap reverso. A taxa de corte fixada pelo BC ficou em R$ 1,7112 - pouco acima do valor do dólar no mercado à vista naquelemomento, de R$ 1,7100 (+0,23%) no balcão. Na tarde de hoje , o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista à agência Dow Jones, disse que a guerra cambial global está se intensificando e o Brasil vai usar grande arsenal de instrumentos para conter o real. Segundo ele, mo Brasil não permitirá apreciação excessiva do real.
Os estoques de café da Europa caíram 625,88 mil sacas de 60 kg em dezembro, totalizando 10,03 milhões de sacas, informou a Federação de Café da Europa (FCE) nesta quinta-feira. O maior declínio ocorreu em Antwerp, na Bélgica, onde os estoques diminuíram 337,38 mil sacas, para 5,29 milhões de sacas. Quatro outros portos incluídos na pesquisa também mostraram reservas menores. Na cidade alemã de Hamburgo, houve declínio de 82,47 mil sacas, para 1,38 milhão de sacas. Em Bremen, os estoques recuaram 87,38 mil sacas, apra 1,08 milhão de sacas. Na Itália, o estoque de Trieste diminuiu 123,89 mil sacas, para 879,66 mil sacas. Na França, os estoques de La Havre somam 413,77 mil sacas, com redução de 14 mil sacas no mês. Apenas o porto de Gênova, na Itália, teve aumento nos estoques - de 19,25 mil sacas, para 984,14 mil sacas. As informações são da Dow Jones.
A receita cambial com exportação de café verde apresentou queda de 0,65% em janeiro passado, em comparação com o mesmo mês de 2011. O faturamento alcançou US$ 559,167 milhões, ante US$ 562,831 milhões, conforme relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O volume embarcado no período teve redução de 24,58%, para 117.094 toneladas ante 155.251 t em janeiro de 2011. O preço médio de exportação teve elevação de 31,72% no período, de US$ 3.625/t para US$ 4.775/t. A receita cambial teve crescimento expressivo, em termos porcentuais, para Reino Unido (222,35%) e Finlândia (53,85%). Em contrapartida, foi s ignificativa a queda para Espanha (37,20%), Rússia (22,42%) e Eslovênia (14,68%), além de outros três destinos. O principal comprador de café verde brasileiro em janeiro de 2012, em volume, foi a Alemanha, que apresentou queda de 26,42% ante o primeiro mês de 2011. O segundo principal importador foram os Estados Unidos (queda de 23,07%). Entre os principais compradores, o volume embarcado aumentou apenas para Finlândia (23,24%) e Reino Unido (20,15%). Em termos porcentuais, houve diminuição expressiva no volume vendido para: Espanha (53,33%), Rússia (33,57%) e Eslovênia (30,30%).
A receita cambial com exportação de café solúvel apresentou elevação de 49,16% em janeiro, em relação ao mesmo mês de 2011. Os industriais faturaram US$ 43,686 milhões, em comparação com US$ 29,288 milhões em janeiro do ano passado. O País exportou no período 4.942 toneladas, com aumento de 18,74% em relação a 2011 (4.162 t). O preço médio da tonelada ficou em US$ 8.840/t, ante US$ 7.037/t em 2011, representando elevação de 18,74%. Segundo o relatório, a Rússia foi o principal do destino do café processado brasileiro em janeiro, com elevação de 26,21% em termos de receita sobre 2011. Mas também foi significativo o aumento da receita, em termos porcentuais, para Ucrânia (1.432,03%), Canadá (1.122,68%), El Salvador (201,68%), Alemanha (171,06%), Bolívia (162,61%), Cingapura (113,19%) e Reino Unido (106,24%). Entre os 15 principais destinos do café processado brasileiro, nenhum país teve redução em receita cambial. O principal comprador de café solúvel brasileiro em janeiro, em volume, foram os Estados Unidos, que apresentaram queda de 3,13% ante 2011. Além dos Estados Unidos, apenas Mianmar teve queda em volume: Mianmar (-23,08%). Em termos porcentuais, houve aumento significativo no volume vendido para Ucrânia (1.023,81%), Canadá (535,29%), Bolívia (145,45%), Alemanha (124,88%), Cingapura (116%) e El Salvador (111,32%).
A receita cambial com exportação brasileira de café torrado e moídoapresentou queda de 16,67% em janeiro, em relação ao mesmo mês do ano passado. Os industriais faturaram US$ 939 mil, em comparação com US$1,595 milhão em janeiro de 2011. O País exportou no período 218 toneladas do produto, com redução de 23,24% em relação ao ano anterior (284 t). O preço médio da tonelada no período ficou em US$ 6.514/t, ante US$ 6.000/t, representando elevação de 8,56%. Segundo o relatório, a Itália foi o principal destino do café processado brasileiro, com aumento de 11,39%, em termos de receita. O segundo principal mercado foram os Estados Unidos (-65,02%), seguidos de Paraguai (+58,93%) e Bolívia (+53,70%).